A FAO investigará alimentos ricos em nutrientes

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) propõe favorecer a investigação para obter alimentos equilibrados e mais ricos em nutrientes, dado o problema da desnutrição no mundo.

A FAO investigará alimentos ricos em nutrientesEFE/Yahya Arhab

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Assim, garantiu hoje a Efeagro o vice-presidente da Associação Espanhola da FAO (Aefao), Pedro Urbano, que tem participado em Madrid, na abertura das jornadas “o São seguros os alimentos que comemos?”.

No encontro, Urbano reiterou que a FAO tem uma preocupação “muito clara” por desnutrição resultante da ingestão de alimentos cuja composição não é “muito adequada”.

Foi acrescentado que a FAO está pedindo um “decidido esforço” para “acabar com a fome no mundo, mas também com a desnutrição”.

Segundo seus dados, 26% das crianças do mundo sofre atrasos de crescimento por tal motivo, quando há técnicas e conhecimento científico suficiente para “poder agir”.

Binômio alimentação-saúde

Na abertura da jornada, recordou que a FAO conta com estudos e relatórios, em que se revela que a cidadania “tem muito interesse no binômio alimentação-saúde”, pelo que “não queremos apenas que os alimentos tenham teor energético, mas que também tenham efeitos benéficos para a saúde”.

Em matéria de segurança alimentar, a Aefao estima que a gestão integral requer processos como o de rastreabilidade desde a origem até sua colocação no mercado.

Por sua parte, o presidente do Fórum Interalimentario, José Ignacio Arranz, foi destacada em sua intervenção, que é a transparência e as sinergias entre os diferentes elos da cadeia alimentar, o que permite gerir a segurança alimentar, desde a sua origem.

No encontro foi a dica para os alimentos geneticamente modificados, em que a professora titular de Bromatologia da Universidade Complutense de Madrid, Montanha Câmara, tem defendido que são uns produtos mais seguros, tanto para os controlos a que são submetidas -“os mais avaliados da história”-, como pelo fato de que não tenham provocado alerta alguma.

Também foram citados os alimentos funcionais ou de saúde, que, de acordo com os palestrantes em Portugal representam 7 % da quota de mercado agro-alimentar.

Este volume é “francamente bem” e que há “muitas empresas que estão inovando com novos produtos”, sendo um mercado com futuro”, segundo destacou o engenheiro agrônomo Gabriel Mesquida.

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